A Carroça

Como dar visibilidade a processos de natureza complexa? (…) Com esta publicação, foi apresentada pela primeira vez em forma impressa uma pequena porção dos universos que compuseram os primeiros dez anos de trabalho da Carroça de histórias ambulantes, banca de escambo e escuta que atuou nas ruas de Porto Alegre entre 2006 e 2019.

Nas seções “diários da carroça 1 e 2”, fragmentos dos diários de bordo do trabalho contam como começou essa história, de onde vêm os artefatos que circularam na Carroça, e o modo como os encontros foram determinando os modos de operação de nossa banca. Nas páginas centrais, o destaque é a poesia de Rosa Maria Gil Braga – Dona Osa – a primeira narradora a compartilhar sua produção escrita com na Carroça, introduzindo um elemento que veio a se incorporar de forma central e definitiva na vida da banca a partir de 2012.

Em “Andanças”, apresenta-se um mapeamento dos diferentes lugares e contextos por onde a Carroça circulou em seus primeiros dez anos de existência. Por último, o texto “Ser. carroser”se constitui como uma espécie de depoimento a oito mãos que registra a experiência do ponto de vista de quem empurra, espera e escuta, na Carroça.

Esta edição foi apoiada pelo Atelier Livre da Prefeitura de Porto Alegre
Ano: 2017
Para ter acesso a esta publicação, solicite pelo whatsapp disponível no rodapé da página

Este projeto recebeu o Prêmio Açorianos 2015 na categoria Destaque literário”

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